Os Viralata
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F. A. Q.

Tudo que você queria me perguntar, mas que já me perguntaram antes

Começo este FAQ pelo final, imaginando que, depois de ler a todas as perguntas e respostas abaixo, um candidato a autor independente poderia me fazer a seguinte pergunta:
 

Não estou entendendo! Sua intenção é desanimar o autor independente, ou você só é muito chato mesmo?

(E eu lhe responderia:)

Nem uma coisa nem outra. Se eu quisesse desestimular a Literatura Independente, não manteria este site. Eu só acho que seria desonesto pintar um cenário onde tudo dá certo, onde o autor vende muito, ganha dinheiro, reconhecimento, sucesso, quando isso raramente acontece. E "raramente" não significa uma maneira velada de lhe dizer que pode acontecer com você. "Raramente" significa raramente. Quase nunca.

Este site e a idéia que o movimenta ainda seriam NADA — como eram há quatro anos — sem a franqueza que uso com os interessados, autores ou leitores.

Hoje, depois de passado todo esse tempo, não posso me orgulhar de ter feito mil negócios e ganhado dinheiro — coisa que gostaria muito de ter conseguido —, mas me orgulho de NUNCA ter criado ou incentivado uma falsa esperança num autor independente. E isso, para mim, vale muito.

Sabendo disso, leia agora as perguntas e respostas abaixo e tire suas dúvidas. Se quiser participar do site, seja bem-vindo. Vire uma lata e sirva-se.

 

 

Quem cuida deste site?

Eu.
Mas é preciso dizer que alguns autores colaboraram com idéias e sugestões para diversas melhorias que foram sendo implementadas. Sem isso, este site não teria a qualidade e os resultados que tem hoje.

 

 

Ainda não tenho um livro impresso, só o texto no computador. Como faço para transformar isso em livro? Quanto vai custar?

Fale comigo (eu sou produtor gráfico e posso fazer o livro pra você) ou procure um profissional de sua confiança. Ou faça os dois, e compare os preços.

 

 

Escrevi um livro. Posso mandar os originais para avaliação e eventual publicação?

Pode mandar os originais, mas eles não serão avaliados. Os Viralata não é uma editora, e sim um site que vende livros publicados (isto é, pagos) por seus autores. Quem vai publicar o livro é você. O site só vai ajudar a distribuir.

 

 

Mas eu leio em vários lugares que Os Viralata é uma editora!

Não posso controlar tudo o que escrevem a respeito deste site. Quando uma idéia cai na rede, vira peixe, e cada um o chama do que quiser, ainda mais quando o peixe é diferente do comum, como é este site.

 

 

Vou ganhar dinheiro se publicar meu livro e/ou o deixar à venda no site?

Não brinque. Se você quer lucro, procure outra forma de investir. Publicando uma pequena edição independente, você pode se dar por feliz se, depois de um ano, tiver recebido seu dinheiro de volta.

 

 

Tenho um livro publicado. Posso divulgá-lo no site?

Depende de três coisas:

1) Se o livro NÃO for uma coletânea de textos (mesmo que você seja um dos autores),
2) se a edição desse livro foi paga INTEGRALMENTE por você, e
3) se o estoque está em seu poder.

Se seu livro estiver de acordo com essas três regras, você pode divulgá-lo e vendê-lo no site.

Quais as razões dessas três regras?

1) Uma coletânea é paga, direta ou indiretamente, com o dinheiro dos autores publicados, mas costuma ser iniciativa de uma editora. Daí, não se pode considerá-la como obra independente. Além disso, vender esse livro significaria deter o direito autoral (isto é, ficar com o dinheiro, mesmo que por um momento) que pertence a pessoas que não me autorizaram a isso;

2) Caso a edição tenha sido paga por uma editora — mesmo que em parceria com o autor —, o livro não poderia ser considerado independente;

3) Caso o estoque não esteja em poder do autor, ele teria mais dificuldade de enviar os livros vendidos ou fornecer/repor o estoque deste site.

 

 

Não tenho tempo (ou vontade, ou paciência...) para lidar com os eventuais interessados pelo meu livro. Quero que o site opere as vendas. O que eu devo fazer?

Primeiro, peça meu endereço por e-mail. Depois, você me manda 6 exemplares (cinco para venda e um para o acervo, que eu agradeço se vier autografado). Quando os livros chegarem, eu faço uma página no site, passo a receber os eventuais pedidos, cobro os valores e envio os livros aos compradores.
Por esses serviços, cobro 25% do preço de capa, taxa em que já estão incluídas todas as tarifas do processo.
Ao vender todos os exemplares, depositarei na sua conta 75% do valor recebido. Em seguida, caso você deseje, poderá renovar o "contrato", enviando mais 5 exemplares (não mais 6).

O esquema detalhado está aqui, na coluna da direita.

 

 

Posso vender eu mesmo meu livro, usando o site apenas para divulgá-lo?

Pode. Para isso, peça meu endereço por e-mail, envie 1 exemplar (que eu agradeço se vier autografado). Quando o livro chegar, eu faço a página dele no site, divulgo os meios de contato que você autorizar (seu e-mail, seu site, blog...), e pronto.
TUDO DE GRAÇA.

O esquema detalhado está aqui, na coluna da esquerda.

 

 

Se eu me arrepender, posso desistir de vender os livros no site?

A qualquer momento, para qualquer dos dois padrões que você tenha optado.

A única ressalva é que, no caso de desistência, a despesa de retorno dos livros restantes* correrá por sua conta.

* Refiro-me aos livros não vendidos, se houver, exceto o exemplar do acervo do site.

 

 

Transformei meu livro em e-book, e tenho o arquivo em PDF. Posso vendê-lo no site?

Pode, mas é preciso que esse e-book tenha um mínimo de qualidade gráfica, e se pareça mais com um livro do que com um arquivo de processador de textos, isto é, precisa ter capa, numeração nas páginas, etc.

Caso cumpra essa exigência, você pode enviá-lo para mim. Eu inserirei nele a logomarca do site com a frase "Distribuição: Os Viralata", farei sua ficha com o preço que você determinar, operarei as vendas e o enviarei aos compradores. Por esse serviço, cobrarei 25% do preço de capa, a título de comissão de distribuição.

 

 

Resolvi editar meu livro. Que processos posso usar?

Os processos mais freqüentemente disponíveis no mercado (e suas vantagens/desvantagens) são:

1) Impressão em jato-de-tinta, uma maneira de publicar seu livro "em casa".
Os livros ficam com aspecto artesanal (isto pode ser vantagem ou desvantagem).

• Vantagens:
> você pode rodar quantos exemplares quiser, até mesmo um.
• Desvantagens:
> a tinta é cara, mesmo para tiragens pequenas;
> a tinta é solúvel em água, o que faz com que borre em contato com umidade;
> fotos, desenhos e grafismos podem ser muito prejudicados;
> você só poderá usar papéis leves para a capa (até 150 g/m2);
> a qualidade do acabamento dependerá da sua aptidão para trabalhos manuais;
> o trabalho de impressão e acabamento pode ser detalhado, penoso e exigir muita atenção para evitar desperdícios.

2) Xerox, uma variante "não-solúvel" do jato-de-tinta.
Os livros ficam com aspecto artesanal (isto pode ser vantagem ou desvantagem).

• Vantagens:
> você pode rodar quantos exemplares quiser, até mesmo um;
> a toner (espécie de tinta usada no processo) não é solúvel;
> conforme a máquina utilizada, os papéis para capa podem ser um pouco mais grossos (até 180 g/m2).
• Desvantagens:
> depois de alguns meses sem manuseio, o toner começa a colar as páginas umas nas outras;
> o sistema de impressão aquece muito o papel, o que faz com que os livros fiquem "empenados";
> fotos, desenhos e grafismos podem ser muito prejudicados;
> o processo pode ser caro, conforme o fornecedor utilizado;
> a qualidade do acabamento dependerá da sua aptidão para trabalhos manuais;
> o trabalho de acabamento pode ser detalhado, penoso e exigir muita atenção para evitar desperdícios.

3) Impressão em off-set, o padrão.
O processo usado pelas grandes editoras para médias e grandes tiragens.

• Vantagens:
> aceita praticamente qualquer tipo de papel, tanto para capa quanto para miolo;
> aceita todos os tipos de acabamento e encadernação;
> é excelente para reprodução de fotos, desenhos e grafismos, mesmo em cores.
• Desvantagens:
> necessita de arquivos digitais bem preparados, que serão transformados em fotolitos, o que encarece o processo e diminui sua velocidade;
> é demorado porque envolve uma série de processos lentos;
> o custo é proibitivo para pequenas tiragens (abaixo de 500 exemplares).

4) Impressão digital, a alternativa que virou padrão.

• Vantagens:
> você pode fazer tiragens a partir de 20 exemplares com bom custo unitário;
> para o miolo, o processo aceita papéis de 75 ou 90 g/m2, brancos ou reciclados industriais;
> para a capa, podem ser usados papéis de até 250 g/m2;
> o tipo de toner utilizado não cola as páginas umas nas outras;
> o sistema de impressão aquece pouco o papel, diminuindo a ocorrência e a intensidade do empenamento;
> fotos, desenhos e grafismos são bem reproduzidos; para a capa, podem ser a cores e com boa qualidade;
> capa e miolo são impressos a partir de arquivos digitais no formato PDF;
> a encadernação por hot-melt é eficaz, duradoura e barata;
> é um processo rápido (depois de feita a arte-final, você pode ter sua edição pronta de um dia para outro.
• Desvantagens:
> o custo unitário só diminui para quantidades acima de 300 exemplares.

Além desses processos, há ainda a tipografia, a linotipia, a serigrafia, entre outros. No entanto, é muito difícil encontrar profissionais que possam fazer esses trabalhos a preços aceitáveis.

 

 

Quantos exemplares devo fazer?

Na minha opinião, o mínimo possível. No entanto, esse mínimo depende do processo que você vai utilizar.

Nos processos artesanais (1 e 2, acima), você decide quantos exemplares fazer, baseado na sua capacidade de investimento, habilidade e disposição.

Nos processos mais "industriais" (3 e 4), a questão é o custo unitário do exemplar.

O off-set pode oferecer os menores custos unitários, mas as tiragens mínimas estão torno de 500 exemplares (os preços começam a cair de verdade acima de 1000), um exagero que resultará num estupendo e desnecessário encalhe e prejuízo, fato que nunca é apresentado ao autor independente na hora de lhe vender o trabalho de gráfica/editora).

A impressão digital consegue excelentes preços em pequenas e médias tiragens, permitindo que se faça a partir de 10 exemplares com um custo unitário muito baixo. Além disso, o processo permite reimpressão pelo mesmo valor e igual velocidade. Dessa forma, se você fizer — por exemplo — 50 exemplares, e vendê-los, pode pedir mais 50 (ou 20 ou 30 ou 100, como quiser), e os terá em um ou dias, pelo mesmo preço unitário da primeira tiragem.

Por isso, não vejo motivo para gastar um dinheirão no off-set, arriscando-se a deixar esse valor encalhado em baixo da cama.

É por essas e por outras que o processo digital superou o off-set para pequenas tiragens.

 

 

O que é preço de capa? Como eu determino o preço de capa do meu livro?

Preço de capa é o preço de venda do livro.

Para determiná-lo, tenha em mente que preço baixo não é certeza de venda, mas preço alto é certeza de encalhe. Na hora de determinar o preço de seu livro, contenha-se. Não se baseie no que encontra nas livrarias convencionais. Provavelmente, ninguém conhece você e, portanto, ninguém está interessado no que você escreve. Daí, preço baixo é um dos diferenciais que poderá gerar interesse num eventual comprador.

Num cálculo rápido, a melhor maneira de estabelecer um preço de capa razoável para seu livro é multiplicando o custo por dois. Se o resultado da conta for baixo demais, você até pode "arredondar" o valor para cima.

E não se esqueça: ao preço do livro, será adicionado o valor do frete, que é sempre significativo.

 

 

O que é ISBN?

ISBN significa International Standard Book Number. É um sistema internacional de padronização — criado em 1967 e oficializado como norma internacional em 1972 — que utiliza um único número de 13 dígitos para identificar cada obra. Entre outras utilidades, o ISBN facilita a busca e catalogação das obras em livrarias e bibliotecas. No Brasil, a responsabilidade de criar e distribuir esse número é da Agência Brasileira do ISBN da Fundação Biblioteca Nacional.

 

 

De quem é a responsabilidade de obtenção do ISBN? Meu livro pode ter ISBN?

Cabe ao autor ou editor entrar com o processo para obtenção do ISBN de um determinado livro. Se Os Viralata fosse uma editora, eu poderia obter os ISBNs dos livros que editasse; como não é, a tarefa cabe obrigatoriamente ao autor do livro.

 

 

O processo de obtenção do ISBN é complicado?

Não para quem conhece alguma coisa do ramo editorial. No entanto, para edições independentes, o custo do processo pode atrasar e aumentar significativamente o preço de capa, por demorar algumas semanas e custar em torno de 200 reais.

 

 

Quais as desvantagens de não se ter ISBN no livro?

Algumas bibliotecas e livrarias preferem não aceitar livros sem ISBN. No entanto, também não aceitam livros sem nota fiscal, coisa que você, como autor independente, também não poderá fornecer. Vai daí que ter ou não ter ISBN dá quase no mesmo.

 

 

Quero que meu livro tenha ISBN. O que eu devo fazer?

Comece por aqui e siga os passos necessários.

 

 

Preciso registrar o texto do meu livro na Biblioteca Nacional?

Precisar, não precisa. Mas custa tão pouco para garantir a autoria do seu texto, que acaba valendo a pena.

 

 

Como eu faço para registrar o texto do meu livro na Biblioteca Nacional?

Aqui você entende as normas do serviço, baixa o formulário de requerimento, aprende a preenchê-lo, emite a GRU para pagamento da taxa, etc. Aqui você descobre o código do gênero da obra que pretende registrar. Aqui você descobre o endereço da representação do Escritório de Direitos Autorais no seu estado (mas recomendo que você registre sua obra direto na Biblioteca Nacional - RJ, pelo Correio). Aqui você conhece a Lei do Direito Autoral, as novas normas e outros documentos. Aqui você tira suas dúvidas no FAQ do Escritório de Direitos Autorais.

Aproveite que está lá e conheça o site da Biblioteca Nacional. E se algum destes links não funcionar, avise-me.

 

 

E a Ficha Catalográfica? O que é?

Copiado do site da Câmara Brasileira do Livro:

"O que é uma ficha catalográfica?
Todos os livros publicados no Brasil devem conter a Catalogação na Publicação, de acordo com o padrão internacional estabelecido em 1976 (Cataloging-in-Publication – CIP) e com o artigo 6 do Capítulo 3 da Lei do Livro. A Catalogação na Publicação reúne num único lugar, geralmente no verso da página de rosto, dados pertinentes à obra, como nome do autor, editora, ano de publicação, ISBN e assunto. A CIP auxilia as bibliotecas na seleção e compra de livros, facilitando sua divulgação entre usuários; permite às editoras a organização de seus próprios arquivos, catálogos comerciais e matérias promocionais dentro de padrões uniformes e, por fim, proporciona aos livreiros informações concisas sobre a matéria abordada nas obras, facilitando seu agrupamento por assunto e favorecendo sua veiculação. Todo o processo de produção da Ficha Catalográfica pela CBL é informatizado. Atualmente, o pedido e a devolução são feitos via Internet em um prazo máximo de três dias, otimizando a produção das editoras."

 

Meu livro precisa de Ficha Catalográfica?

Mais uma vez, precisar, não precisa. No entanto, a Ficha dá um toque mais profissional ao seu livro, e permite que ele seja catalogado por quem precisar fazer isso.

Há várias maneiras de obter a Ficha Catalográfica. A mais freqüente é se associar à Câmara Brasileira do Livro e tirá-la. Eu também posso pedir que ela seja preparada por um profissional do ramo.

Mas é você que decide se quer ter Ficha Catalográfica no livro e quem vai fazê-la.

 

 

Meu livro ficou pronto. E agora, devo fazer lançamento?

Pessoalmente, acho que lançamento não passa de uma oportunidade velada de coagir amigos e parentes a comprar o livro. Se você se importa com isso, não faça. Mas é no lançamento que, muitas vezes, o autor tem de volta o que investiu.

Mas nem tudo são rosas, e pode acontecer de você ser obrigado a ficar sentado numa mesa ao lado de um caixote de livros, esperando um leitor-comprador-convidado que não aparecerá. Se serve de consolo, você não será o primeiro (nem o último) a passar por isso. Faz parte do processo.

Em resumo: lançar o livro é coação, é arriscado, mas pode vender bem; não lançar o livro aumenta muito a possibilidade de encalhe. Escolha.

 

 

Optei por lançar meu livro? Como faço?

Ao se planejar um lançamento, o principal é cuidar da divulgação, e um bom meio para divulgar é o e-mail. Envie três convites: o primeiro, duas semanas antes do evento; o segundo, quando faltar menos de uma semana; o terceiro, no dia anterior ao lançamento. Com essa aparente insistência, diminui-se a possibilidade de o convidado se esquecer e/ou marcar outra coisa na mesma data. Mesmo assim, você pode contar com uma significativa abstenção.

Espalhar a notícia numa rede de blogs (se você tiver acesso a uma) sempre rende um ou outro interessado.

Em segundo lugar, é importante escolher bem o local. Há quem prefira as livrarias; eu, pessoalmente, prefiro os bares. Para começar, os bares têm horários mais elásticos; livrarias fecham cedo e, consequentemente, acabam limitando o horário do evento. Depois, o ambiente de um bar é sempre mais animado e, cá pra nós, ninguém estará muito preocupado com a "solenidade" do seu evento literário, e quase todo mundo gosta de uma cerveja depois do trabalho; seu livro será apenas um pretexto. Além disso, no bar, cada um paga sua conta; numa livraria, é você que arca com os custos do onipresente vinho branco, do garçom para servi-lo, dos copos, dos guardanapos... e lá se vai todo o lucro que, eventualmente, seu livro der. Para complicar mais, é provável (e justo) que a livraria cobre uma porcentagem por livro vendido; no bar, você pode até nem pagar seu consumo por conta da clientela que trouxe naquela noite, presentear o dono do estabelecimento com um livro, etc.

Mas atenção: é desaconselhável usar bares 1) com música (seja ao vivo ou não), 2) com estacionamento complicado, 3) caros demais, 4) baratos demais, 5) de "tribos" (roqueiros, gays, motoqueiros), a menos, é claro, que seu livro tenha a ver com esses estilos. Além disso, é imprescindível que você agende o evento e combine todos os detalhes com o dono do estabelecimento com o máximo de antecedência que puder.

 

 

Entendi quase tudo, e gostaria de conversar por telefone.

Esqueça. Eu odeio telefone e, mais ainda, gente me fazendo perguntas. Por isso fiz esse FAQ e o atualizo sempre que percebo que faltou dizer alguma coisa. Se eu lhe der meu número de telefone, vou odiar você pra sempre. E eu não quero odiar você.

 

 

Por que eu poria meu dinheiro ou meus livros na sua mão, sem ao menos conhecê-lo pessoalmente?

Você não precisa acreditar em mim. Aliás, se desconfia de alguma coisa, é melhor nem começarmos a conversar.