Os Viralata
Literatura independente

Desde 2004, mostrando que há vida além das editoras

os livros
por ano
por gênero
por título
por autor

o site
o que é
quem somos eu

compra & venda
como comprar
como vender

f. a. q.
Perguntas freqüentes: tudo que o autor quer saber sobre edição independente

na imprensa
laboratório de leitura
entrevista alltv
entrevista germina
o que falaram por aí

opiniões
blog
sobre o mercado
opine você também

contato
fale

Do alvorecer ao sol posto, retalhos do passado
Crescêncio Marinho de Pinho
Memórias

Ano 2007
Edição do autor (ABC Editora, 1ª)/ 252 p.
Formato 15,5 x 23 cm
encadernação lombada quadrada, orelhas, plastificação
ISBN 85-7536-060-4

preço: R$ 20,00
(mais frete nacional por Carta Registrada R$ 6,75)

Total: R$ 26,75

Dúvidas? Problemas?
Remessas internacionais?
Mande um e-mail:
Comprar pelo PagSeguro é simples e grátis.
Forneça apenas nome, endereço, e-mail, e pague usando o banco de sua preferência, boleto bancário ou cartão de crédito.
sobre o livro resenha
O autor sabe aproveitar com maestria a distância crítica que o permite ter um olhar estético sobre seu passado. Assim, reinterpreta o que vivenciou, recria no seu imaginário suas lembranças e, com sua capacidade criativa e habilidade lingüística, dá uma dimensão poética aos acontecimentos passados para além do real; constrói uma teia entre realidade e reinvenção, chega a fingir que é ficção o que deveras aconteceu, até que o leitor não saiba mais onde termina o real e onde começa a poesia. Viagem ao passado
Diário do Nordeste, Caderno 3
O cearense Crescêncio Marinho de Pinho faz um passeio pela sua vida em “Do Alvorecer ao Sol Posto”, que será lançado hoje, às 19h30, no Centro Cultural Oboé

Noventa anos de idade e muitas histórias para contar. Crescêncio Marinho de Pinho remexe seu baú de memórias, desde a infância em Telha (atual Monsenhor Tabosa) até os acontecimentos mais recentes. Com riqueza de detalhes, leva o leitor a mergulhar no cotidiano cearense de décadas passadas, pontuando as mudanças ocorridas ao longo dos anos, revelando curiosidades de uma Fortaleza que ficou para trás, de uma Sobral provinciana e de outras cidades, como Ipu, onde residiu de 1926 a 1929.

O autor compartilha com o leitor a alegria das caçadas de baladeira, da primeira viagem de trem, das conversas em família na calçada de casa e do contato com grupos de ciganos que desbravavam o Estado. Também recorda as sessões de cinema na “geral” do Polytheama, os tempos de estudo no Liceu, as rixas com os alunos do Colégio Militar, os muitos empregos que surgiram pelo caminho e os amigos que colecionou no decorrer da vida.

O livro de Crescêncio revela a poesia por trás dos gestos simples, de sua experiência como comerciário, professor, securitário e funcionário público federal. “Ler suas memórias é como reviver a experiência de menino, é compreender que precisamos enxergar além dos olhos e observar o mundo sob a forma de poesia”, escreve Felipe Pinho, neto do autor, na orelha do livro.